quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Só ele enxergou minha fraqueza e fez dela fonte de força. Só ele faz um carinho com a ponta dos dedos capaz de acender em mim chama de beijo de cinema. E com uma única mensagem, me sinto completa. Porque para ele não bastava ser o dono de todas as sensações boas que a vida é capaz de me dar. Não bastava conseguir apaziguar meu mau humor e fazer todos os meus medos de menina-mulher serem expostos sem medo algum para que ele os enxote. Não, ele ainda precisava me completar. Me faz sentir vontade de pedir para que ele, por favor, não deixe o mundo tão colorido assim porque senão jamais voltarei a me acostumar com o cinza quando ele for embora. Ele diz que nunca vai embora. E permanece. Nos meus dias, no meu peito, na minha vida. Ele visita meus sonhos todas as noites, ri do meu humor assassino no café da manhã e diz que fico linda de batom vermelho - me fazendo achar que realmente fico. Com ele descobri que ser eu mesma dói menos do que fingir que não choro assistindo filmes antigos e não penso todas as catástrofes do mundo enquanto tomo banho.
E por isso - por ele - escrevo mil textos de amor para tentar diminuir todo esse sentimento, apenas para tentar deixar de pensar nele um pouquinho que seja e poder algumas horas como alguém que não olha para o relógio de cinco em cinco minutos me perguntando se falta muito para ele chegar. Por ele escrevo clichê e não me sinto diminuída ou boba, porque o amor é clichê mesmo e nada mais importa quando se trata da ansiedade do meu peito quando ouço a campainha tocando e vejo quem é do outro lado da porta. Eu ouço músicas melosas, me imagino em livros de romance e dou risada da menininha exagerada do filme triste por não saber como é um amor como o meu. E nada mais nessa ou em outras vidas tem relevância além dele. Vivo assim - vivemos assim -, como diria Caio Fernando, cheios de nós, com esse nosso amor repleto de erros que nos fazem certos.(Gabriela Santarosa) 
Só ele enxergou minha fraqueza e fez dela fonte de força. Só ele faz um carinho com a ponta dos dedos capaz de acender em mim chama de beijo de cinema. E com uma única mensagem, me sinto completa. Porque para ele não bastava ser o dono de todas as sensações boas que a vida é capaz de me dar. Não bastava conseguir apaziguar meu mau humor e fazer todos os meus medos de menina-mulher serem expostos sem medo algum para que ele os enxote. Não, ele ainda precisava me completar. Me faz sentir vontade de pedir para que ele, por favor, não deixe o mundo tão colorido assim porque senão jamais voltarei a me acostumar com o cinza quando ele for embora. Ele diz que nunca vai embora. E permanece. Nos meus dias, no meu peito, na minha vida. Ele visita meus sonhos todas as noites, ri do meu humor assassino no café da manhã e diz que fico linda de batom vermelho - me fazendo achar que realmente fico. Com ele descobri que ser eu mesma dói menos do que fingir que não choro assistindo filmes antigos e não penso todas as 

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